MEU PRIMEIRO CONTATO COM UM EXTRATERRESTRE
“Antes de contar a vocês como foi o meu
primeiro contato, quero relatar que, eu já tive vários, inúmeros, já até perdi
a conta, mas o primeiro contato a gente nunca esquece.
Foi na minha segunda atividade de campo
do Grupo chamado Projeto Portal. Um grande grupo de pessoas estavam presentes,
se dirigiram a uma trilha, que ficava dentro da mata. Lá, eu, juntamente, com
os outros novatos, ficamos na frente. Estávamos lá, sentados, de madrugada, no
meio do mato, esperando alguém, de outro planeta, aparecer. E por incrível que
pareça, eu estava calma. Ansiosa pela experiência, mais neutra. Nem sentia medo
nem euforia.
De repente, uma luz atravessa o céu.
Como um meteóro, porém muito mais brilhante, colorida, lenta e sumia, de
repente. Chamam isso de canepla. É um tipo de sinal que os seres mandam, quando
querem interagir, ativar ou avisar algo. Sua função depende muito de sua cor.
Aquela tinha sido da cor dourada, o que quer dizer contato.
Uma luz explode na mata. Não era
lanterna, parecia uma chama azul. Fico atenta, era uma manifestação. Meu
coração dispara. Uma voz. Não era a voz do ser que eu tinha visto nos vídeos.
Não era o mesmo que meu amigo havia falado. Era de fato, um ser extraterrestre,
porém sua voz era mais robotizada, metálica. Falava manso. Senti uma energia
forte, uma presença diferente. Meu plexo solar (chacra na boca do estômago,
ligado as emoções) começa a embrulhar. Borboletas no estômago, essa é a
expressão usada.
Então, ele chegou! Brincalhão como
sempre, deixando todos alegres e à vontade. Ouvi sua voz pela primeira vez, no
meio do mato. Mantive-me neutra e calma, porém muitíssimo feliz e encantada por
tudo aquilo. Ele fazia tudo o que eu havia lido sobre na internet. Ficava
mudando de lugar, ora no chão, ora em cima da árvore, sem sequer fazer barulho
na mata. Emitia luzes para nos ativar energeticamente, e mexer com nosso “tico
e teco”. Falava sempre com um tom amigo e gozava de tudo, mesmo assim nos
passava informações e conhecimentos de grandeza inimagináveis.
Como se fosse sorte, eu estava bem na
frente, de cara na mata. Nesse dia, ele nos permitiu vê-lo. Ele iria ficar
oitenta por cento denso, mais matéria do que energia. Assim que ficou físico,
deixou-nos jogar a luz das lanternas em sua direção. Cada um jogou numa direção
diferente. Estava bem na minha frente, eu pude ver. Ele estava na forma de um
serzinho pequeno. Não devia ter meio metro de altura. Sua pele era branca e
lisa, como se ainda fosse energia. Nos milionésimos de segundos que a luz de
uma lanterna passou naquela porção da mata onde o serzinho se encontrava, ele
virou e correu, deixando que eu visse apenas seu corpo e seus pequenos pés se
movimentando e entrando na mata. Foi pouco, mas foi tudo!
Sua energia era muito forte, pois foi
apenas ouvir sua voz que meu plexo tremia, eu tremia como se estivesse com
muito frio, mas sabia que não era isso. Era a vibração extremamente forte e
acelerada daquele ser evoluído que interagia com meu campo bioeletromagnético.
Com o passar dos anos, já nem sinto tanto, pois aprendi a elevar minha
frequência vibratória e assim tentar ao máximo igualar a dele.
Ele ficou novamente denso, porém em
menor porcentagem. E assim conseguimos ver sua silhueta, andando para lá e para
cá. Onde ele aumentava e diminuía seu tamanho, mostrando que podia controlar a
matéria da terceira dimensão e adquirir a aparência e forma que quisesse. Isso
mexe com a cabeça de qualquer um, não?
Além disso, ele se teletransportava.
Uma hora estava de um lado da estrada e outra, em questão de frações de
segundos, estava do outro lado da estrada, do lado da outra cerca, fazendo com
que o grande grupo se movimentasse para lá e para cá, o que levava minutos.
Nessa noite, foram passadas muitas
informações sobre alimentação, sobre o sistema financeiro, sobre a questão de
drogas, que nos atrapalhavam a atingir as frequências mentais elevadas e sobre
outros inúmeros temas.
A partir dessa viagem tive vários
outros encontros com esse Ser. Hoje chamo de parceiro, de amigo. Aprendi a ver
ele como um Anjo, aquele que venho trazer conhecimento de cima para nós. O que
os Gregos, e outras culturas, representam como a Tocha, a chama do conhecimento
dos Deuses para a Humanidade. No decorrer dessa estória citarei os principais
encontros com esse Anjo.”
- Fabiana
Rezende de O. e Silva
