sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

MEU PRIMEIRO CONTATO COM UM EXTRATERRESTRE



“Antes de contar a vocês como foi o meu primeiro contato, quero relatar que, eu já tive vários, inúmeros, já até perdi a conta, mas o primeiro contato a gente nunca esquece.

Foi na minha segunda atividade de campo do Grupo chamado Projeto Portal. Um grande grupo de pessoas estavam presentes, se dirigiram a uma trilha, que ficava dentro da mata. Lá, eu, juntamente, com os outros novatos, ficamos na frente. Estávamos lá, sentados, de madrugada, no meio do mato, esperando alguém, de outro planeta, aparecer. E por incrível que pareça, eu estava calma. Ansiosa pela experiência, mais neutra. Nem sentia medo nem euforia.

De repente, uma luz atravessa o céu. Como um meteóro, porém muito mais brilhante, colorida, lenta e sumia, de repente. Chamam isso de canepla. É um tipo de sinal que os seres mandam, quando querem interagir, ativar ou avisar algo. Sua função depende muito de sua cor. Aquela tinha sido da cor dourada, o que quer dizer contato.

Uma luz explode na mata. Não era lanterna, parecia uma chama azul. Fico atenta, era uma manifestação. Meu coração dispara. Uma voz. Não era a voz do ser que eu tinha visto nos vídeos. Não era o mesmo que meu amigo havia falado. Era de fato, um ser extraterrestre, porém sua voz era mais robotizada, metálica. Falava manso. Senti uma energia forte, uma presença diferente. Meu plexo solar (chacra na boca do estômago, ligado as emoções) começa a embrulhar. Borboletas no estômago, essa é a expressão usada.

Então, ele chegou! Brincalhão como sempre, deixando todos alegres e à vontade. Ouvi sua voz pela primeira vez, no meio do mato. Mantive-me neutra e calma, porém muitíssimo feliz e encantada por tudo aquilo. Ele fazia tudo o que eu havia lido sobre na internet. Ficava mudando de lugar, ora no chão, ora em cima da árvore, sem sequer fazer barulho na mata. Emitia luzes para nos ativar energeticamente, e mexer com nosso “tico e teco”. Falava sempre com um tom amigo e gozava de tudo, mesmo assim nos passava informações e conhecimentos de grandeza inimagináveis.

Como se fosse sorte, eu estava bem na frente, de cara na mata. Nesse dia, ele nos permitiu vê-lo. Ele iria ficar oitenta por cento denso, mais matéria do que energia. Assim que ficou físico, deixou-nos jogar a luz das lanternas em sua direção. Cada um jogou numa direção diferente. Estava bem na minha frente, eu pude ver. Ele estava na forma de um serzinho pequeno. Não devia ter meio metro de altura. Sua pele era branca e lisa, como se ainda fosse energia. Nos milionésimos de segundos que a luz de uma lanterna passou naquela porção da mata onde o serzinho se encontrava, ele virou e correu, deixando que eu visse apenas seu corpo e seus pequenos pés se movimentando e entrando na mata. Foi pouco, mas foi tudo!

Sua energia era muito forte, pois foi apenas ouvir sua voz que meu plexo tremia, eu tremia como se estivesse com muito frio, mas sabia que não era isso. Era a vibração extremamente forte e acelerada daquele ser evoluído que interagia com meu campo bioeletromagnético. Com o passar dos anos, já nem sinto tanto, pois aprendi a elevar minha frequência vibratória e assim tentar ao máximo igualar a dele.

Ele ficou novamente denso, porém em menor porcentagem. E assim conseguimos ver sua silhueta, andando para lá e para cá. Onde ele aumentava e diminuía seu tamanho, mostrando que podia controlar a matéria da terceira dimensão e adquirir a aparência e forma que quisesse. Isso mexe com a cabeça de qualquer um, não?

Além disso, ele se teletransportava. Uma hora estava de um lado da estrada e outra, em questão de frações de segundos, estava do outro lado da estrada, do lado da outra cerca, fazendo com que o grande grupo se movimentasse para lá e para cá, o que levava minutos.

Nessa noite, foram passadas muitas informações sobre alimentação, sobre o sistema financeiro, sobre a questão de drogas, que nos atrapalhavam a atingir as frequências mentais elevadas e sobre outros inúmeros temas.

A partir dessa viagem tive vários outros encontros com esse Ser. Hoje chamo de parceiro, de amigo. Aprendi a ver ele como um Anjo, aquele que venho trazer conhecimento de cima para nós. O que os Gregos, e outras culturas, representam como a Tocha, a chama do conhecimento dos Deuses para a Humanidade. No decorrer dessa estória citarei os principais encontros com esse Anjo.”


- Fabiana Rezende de O. e Silva